martes, 19 de diciembre de 2006

O QUE MORRE

a Fernando Bueno Guimarães

O que morre
Deixa de ser,
De estar e ver
Revelada a relva da noite.

O que deixa morrer,
Encontro com métodos,
Fábulas de desaparecer
Em olhos inauditos.

Passar, sentir
En gargantas e gritos.
Viver, calar no visco
Da ação medida:
Recolhimento e despedida
De sorte e de risco.

Julho 2004

2 comentarios:

afonso alves dijo...

Anibal

Ontologia de ser o que há.
prisma que vem e vai num instante que nao descobrimos como controlar.

evoé para aqueles que sentem o tempo parar.

Anibal Menezes Neto dijo...

O tempo nao para. O tempo nos ve passar.